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Mostrando postagens de março, 2024

MISTÉRIO DA IGREJA

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  MISTÉRIO DA IGREJA   Palestra para o Curso de Agente de Pastoral   Rawy Chagas Ramos   As parábolas evangélicas que Cristo usou para falar da Igreja continuam a chamar a nossa atenção para uma compreensão dessa organização. Quando ela nos pareceu profundamente humana pelo chamado de Cristo a cada um dos doze serem os fundamentos de sua obra, logo o Cristo a ela se referiu como o começo do Reino de Deus na terra. O Semeador que lança a semente em terreno ora bom, ora pedregoso; o semeador que vê o joio crescer junto à boa semente; o grão de mostarda, o fermento, o tesouro escondido, a pérola e a rede de pescar, o festim nupcial, o rebanho que deve ser um só o ter Pedro como o Pastor, todos esses apelidos, ou melhor dizendo, essas referências, Cristo apontou sobre a sua Igreja que, por ser o começo do Reino dos Céus implantando aqui na terra, deixa-nos a todos desejosos de compreendê-la no mistério de Deus em que ela se tornou. E assim aconteceu pela sing...

A oratória - Dr. Edson Luiz Sampel

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  A oratória . Dr. Edson Luiz Sampel       A oratória é uma arte extremamente exigente. Não deve ser confundida com a retórica, pois esta encontra-se preocupada com a possibilidade de o falante convencer o interlocutor, custe o que custar. A oratória, por seu turno, é a arte de falar bem : é, em outros termos, a facúndia. Quando uma pessoa se expressa oralmente, quer na linguagem coloquial entre amigos, quer na ministração de uma aula, deverá proceder de forma respeitosa à gramática, além de pejar o discurso com vocábulos belos e vivificantes. Riquíssima é a língua portuguesa. O orador é invitado a perscrutar os meandros do idioma, a fim de sacar expressões originais. Não pedantes! Não se trata de impressionar com “palavras difíceis”. O vocabulário incomum tem de ser empregado adequada e precisamente.            Nada mais cacete do que uma oração prenhe de “ãs”, “és” etc. Enfadonha   igualmente é a fala n...

Questões Canônicas: BATISMO

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  1 - Por que o Batismo é necessário para a salvação e é porta dos sacramentos [1] ? O batismo produz a libertação dos pecados; o pecado original e os pecados pessoais, se o batismo é adulto; a necessidade do batismo à salvação é matéria estritamente teológica, explicitamente definida como verdade de fé pelo Concílio Tridentino (Denzinger, 861), na seqüência de longa tradição anterior, é verdade explicitamente declarada pelo próprio Cristo (Jo 3,5: “Quem não renascer da água e do espírito Santo não pode entrar no reino de Deus”). Enfim, a índole sacramental do Batismo, rito sensível que não apenas simboliza, senão produz o que significa: a regeneração espiritual. Tanto produz, que a ablução faz nascer de novo e assegura a entrada do Reino de Deus; é condição indispensável da salvação, como afirma Jesus antes da Ascensão (Mc 16,16). Pelo batismo somos incorporados a Igreja e a seu mistério sacramental. Por isso, o batismo não só é o primeiro dos sacramentos senão a porta de todos ...

A acolhida dos cristãos é a pastoral das pastorais

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  A acolhida dos cristãos é a pastoral das pastorais             O acolhimento pastoral será, de fato, a base sólida e imprescindível para uma catequese nos dias de hoje? Por que existem falhas na prática seja catequética como em outras funções na Igreja? Como se explica que a maioria das paróquias tenha como um dos seus principais objetivos promover um estilo de vida mais personalizado, mais humano e acolhedor e depois não o concretiza de forma sistemática e organizada? Será que muitas pessoas não se afastam da Igreja porque não se sentem acolhidas e não reconhecem as pessoas das comunidades como irmãos? O acolhimento é uma etapa importante no processo da evangelização e da catequese. O acolhimento tem como fundamento o mandato de Jesus (cf. Mt 28,19a). a mensagem cristã só frutificará se o terreno a que se destina for verdadeiramente humano. As pessoas que procuram a comunidade eclesial não o fazem apenas pela necessidade de pertencer a um grupo....

Il dono della vita

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  Il dono della vita   Carlo Caffara  Nel Vangelo del matrimonio è presente, al suo centro, il Vangelo della vita. Data l'importanza che esso oggi riveste, merita una riflessione a parte. Vorrei cominciare coll'indicarvi la porta d'ingresso in questo Vangelo. È come fosse una casa: se non trovi la porta non puoi entrarvi. Restandone fuori, non puoi vedere nulla dello splendore di questo edificio, dello splendore del Vangelo della vita. Quale è questa “porta d'ingresso”? È la percezione della dignità di ogni e singola persona. Una percezione che deve essere netta, chiara, perspicace. Il primo punto della mia riflessione vuole aiutarvi ad averla.   1.   La dignità della persona umana C'è un modo di vedere la persona umana, che impedisce di vederne la dignità. Voglio aiutarvi con un esempio. Proviamo a chiederci: 100 è un numero piccolo o e grande? Ad una domanda così posta, non è possibile dare una risposta. Il numero cento in sé considerato non è né g...

Educazione dei figli diritto-dovere inalienabile Diritti dei figli e diritti dei genitori

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  Educazione dei figli diritto-dovere inalienabile Diritti dei figli e diritti dei genitori   Giovanni Francilia   Premesso che è difficile poter trattare un tema così difficile perché ogni figlio è un universo a se stante essendo una persona che sin dal concepimento assume delle caratteristiche proprie anche se legato ai geni familiari di provenienza. Quelle che porgo sono considerazioni che vanno filtrate e mediate dalla propria esperienza personale. Volutamente mi fermo a considerare i rapporti dei genitori con i figli "minori" anzitutto perché per ogni genitore il figlio è sempre "bambino" nel senso affettuoso del termine, poi perché i più di noi hanno problemi legati al rapporto educativo con i figli "piccoli" adolescenti compresi, infine perché il rapporto con i figli grandi non può essere trattato genericamente essendo diversa la psicologia di ogni giovane e di ogni genitore. Tuttavia credo che le considerazioni qui riportate potranno ben ad...