Dogmas Mariano
Dogma
é uma verdade de fé que muitas vezes não este explicitamente escrito nas
escrituras, mas se torna clara mediante a reflexão teológica e a tradição da
igreja. No que toca a nossa senhora temos quatro dogmas:
A
maternidade divina – deus por amor de nos e para nossa salvação, encarnou-se no
seio de Maria pelo poder do espírito santo e assim nos trousse a redenção.
Maria
mãe de deus e nossa isso pode nos parecer muito estranho como Maria poderia ser
a mãe de deus? Este dogma foi proclamado no ano 431 no Concilio de Éfeso os bispos
afirmaram que Maria era mãe de deus e nossa por ser ela a mãe de Jesus Cristo o
filho deus então, e a mãe do Filho, a segunda pessoa da Santíssima Trindade. “A
partir desta afirmação a veneração prestada amaria cresceu de acordo com as
próprias palavras:” Todas as gerações, me chamaram bem aventura, pois o
poderoso fez em mim maravilhas “(Lc 1,48).
A
perpétua Virgindade esse dogma declara que Maria foi virgem Andes durante e
depois do parto. “O próprio evangelista afirma o nome da virgem era Maria”, e
mais adiante “como será isso, se não conheço homem algum” na profissão de fé,
afirma –se que Cristo nasceu da virgem Maria. Como isso é possível ser virgem e
mãe? A virgem concebeu Jesus por ação do espírito santa sem ter relações
sexuais com Jose. Quer nos dizer que a encarnação de Jesus é uma nova criação
de Deus. Maria fez uma opção pelo celibato por toda vida (virgindade perpetua
). A igreja católica afirma que Maria não teve outros filhos baseado na bíblia
e em documentos de contemporâneos. A virgindade no parto. Precisamos entender
bem essa afirmação, pois tem uma grande força simbólica. Em gêneses 3,16 diz -
se que uma das marcas do pecado no mundo
e a dor do parto e a dominação do homem sobre a mulher . a interpretação desse
dogma nos quer dizer que no nascimento de Jesus a dominação e a dor serão
superadas
Dogma
da imaculada conceição este dogma foi proclama 8 de dezembro de 1854 afirma que
no primeiro instante de sua concepção, por graça de deus e por privilegio, já
que seria a mãe do salvador da humanidade preservada de qualquer mancha do
pecado original. Não temos um texto bíblico que afirma claramente a imaculada conceição.
Mas como entender a Imaculada Conceição? Deus nos cria pelo amor e para o amor,
mas ninguém nasce pronto. Vamos crescendo e aprendendo amar e ser amados. Desde
o útero recebemos amor e desamor e carregamos dentro de nós desejos e
intenções, não é fácil entender os nossos impulsos sejam eles conscientes ou
inconscientes. Na teologia esses impulsos desordenados são chamados de
“concupiscência”.
Portanto,
é importante sabermos que o “pecado original” não é algo que faz parte da
natureza do ser humano e nem é um pecado no sentido de um ato cometido
livremente contra Deus ou seu projeto, mas significa que somos limitados e
aprendizes e que nas nossas escolhas acabamos nos deixando arrastar pelo mal e negamos
crescer no bem. O dogma da Imaculada Conceição afirma que o segredo de Maria é
que ela respondeu a Deus de maneira total. E isso foi possível pela graça de
Deus. Ela recebeu do Senhor um dom especial. Nasceu com maior condição de na
liberdade escolher somente o que agrada Deus.
O
fato de Maria ter recebido uma graça especial de Deus não lhe tira a
necessidade de crescer na fé. Ela não nasceu prontinha. Também teve que crescer
e se desenvolver na vida. Também teve dificuldade e dúvidas, experimentou
processos de mudanças e de conversão. Não do pecado para o bem, mas do bem para
o bem maior. O fato de ela ser “privilegiada” a coloca com maior intensidade ao
serviço do projeto de Deus. Quanto maior for a abertura à graça de Deus, mais
perfeitamente devemos nos colocar a serviço da construção de um mundo melhor
com mais vida.
A
solenidade da Assunção de Maria é um dogma que se refere à Mãe de Deus:
“Declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de
Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta
em corpo e alma à glória do céu”.
Na
Bíblia não encontramos detalhes de como Maria viveu seus últimos dias aqui na
terra , quando ela morreu e com que idade, também não há registros históricos
dom momento da sua morte. O que se sabe é que desde os primeiros séculos
usou-se o termo dormitio (dormição)
no lugar de morte de Maria. A partir do século VIII, no ocidente, o termo
Dormição foi substituído por Assunção.
O dogma da Assunção anuncia que Maria tem um lugar especial na comunhão dos santos como uma confirmação de Deus por ela ter deixado que a vontade de Deus acontecesse em sua vida. Cremos que Maria está junto com Jesus e que Deus assumiu e transformou toda sua história, suas ações e seu corpo, isto é, está glorificada por inteiro.
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